Alguns medos protegem e ajudam a reconhecer riscos. Em uma fobia, porém, a reação pode ser muito intensa diante de uma situação, objeto ou ambiente específico, levando a pessoa a evitar compromissos, lugares e experiências importantes. A psicoterapia pode ajudar a compreender como o medo se mantém, desenvolver recursos para lidar com a ansiedade e ampliar, de forma gradual, a autonomia diante das situações temidas.
Ter receio de uma situação não significa necessariamente ter uma fobia. A atenção aumenta quando o medo é desproporcional ao risco, provoca sofrimento antecipado ou gera evitação que limita a vida. Somente uma avaliação profissional pode compreender se o medo corresponde a uma fobia ou se está relacionado a outra condição.
A conversa inicial pelo WhatsApp ajuda a verificar disponibilidade, modalidade e se o atendimento oferecido corresponde à necessidade da criança.
A evitação costuma produzir alívio imediato, mas também impede que a pessoa desenvolva novas experiências e aprenda que pode lidar com o medo. A terapia trabalha esse ciclo com planejamento e respeito ao ritmo individual.
O processo começa com uma avaliação cuidadosa e não exige que a pessoa se exponha imediatamente à situação temida.
A Terapia Cognitivo-Comportamental, conhecida como TCC, observa como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam. Nas fobias, a pessoa pode interpretar uma situação como altamente perigosa e acreditar que não conseguirá lidar com a própria reação. Ao evitar, sente alívio e reforça a ideia de que escapar era necessário. O acompanhamento pode incluir:
A conversa inicial pelo WhatsApp ajuda a verificar disponibilidade, modalidade e se o atendimento oferecido corresponde à necessidade da criança.
Pessoas próximas podem apoiar sem pressionar, ridicularizar ou forçar enfrentamentos. Quando houver participação da rede de apoio, ela deve respeitar o planejamento terapêutico e evitar transformar proteção constante em uma condição necessária para todas as situações.
O ritmo do processo é definido de forma individual. Aproximações de situações temidas, quando indicadas, devem ser planejadas e não impostas de surpresa.
Psicóloga clínica e neuropsicóloga com abordagem em Terapia Cognitivo-Comportamental.
Realiza atendimento a crianças a partir de 7 anos, adolescentes e adultos, oferecendo um espaço de escuta, acolhimento e acompanhamento profissional. O trabalho considera a história de cada pessoa e busca integrar conhecimento técnico, comunicação clara e presença humana durante o processo psicoterapêutico.
CRP 06/75912
A escolha da modalidade considera a demanda, a privacidade, os recursos disponíveis e as condições adequadas para o atendimento. A decisão pode ser conversada no primeiro contato.
Atendimento individual, com horário agendado, em consultório localizado no bairro Boa Vista, em São José do Rio Preto.
A psicoterapia online é realizada por videochamada e pode atender pessoas de diferentes cidades do Brasil. A viabilidade das estratégias utilizadas depende da demanda, da privacidade e das condições disponíveis.
Respostas diretas para ajudar a entender os primeiros passos do atendimento.
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